Início de primavera
é tempo de cor.
E eu, quieta,
vejo a lua me sorrir enquanto cresce.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Verdadeiro
Se não mais acreditar,
desculpe.
Não é que faça de mim sagaz
ou que eu queira saber demais
o que ninguém, de fato, escondeu
Eu moro na rua da lamúria.
Eu vivo sempre à procura.
Eu quero mais demais.
E, se achar o que digo exagero,
lembre que aqui, onde encontra aconchego,
reside o medo,
a falta e o desejo
de ser verdadeiro
desculpe.
Não é que faça de mim sagaz
ou que eu queira saber demais
o que ninguém, de fato, escondeu
Eu moro na rua da lamúria.
Eu vivo sempre à procura.
Eu quero mais demais.
E, se achar o que digo exagero,
lembre que aqui, onde encontra aconchego,
reside o medo,
a falta e o desejo
de ser verdadeiro
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Disparo à maldade
Se disser saber
que vale à pena,
então,
deixa ser o que quiser.
Que, de suspeita,
a gente faz rio, mar.
Mas, sendo semente de medo,
egoísmo e coisas vis,
visto-me de saudade e
disparo à maldade:
vá pra bem longe de mim
que vale à pena,
então,
deixa ser o que quiser.
Que, de suspeita,
a gente faz rio, mar.
Mas, sendo semente de medo,
egoísmo e coisas vis,
visto-me de saudade e
disparo à maldade:
vá pra bem longe de mim
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Desamor
Há quem reclame
Da falta de ser amado.
Mal sabem eles, ingênuos,
Que, ruim mesmo,
É não amar
Porque não amar é ter que se livrar
Da bagunça que acontece
Na falta de amor
E quando não se ama
A gente não tem desculpa
Pra chorar no ombro alheio
Pra dizer que tem receio
De afundar no cobertor
E as pessoas por aí não vêem
Que mal amar não é problema
Problema mesmo é não ter amor nenhum
domingo, 3 de abril de 2011
O barco
Assinar:
Postagens (Atom)

